quarta-feira, 17 de maio de 2017

Artes que ilustram os Cds, da banda LACERTAE e SNOOZE

G.C

Aqui o preferido raridade o livrinho : Disco Berinbau Cipó de Imbé" lançado em 2000' um dos discos mais poderosos da música brasileira, depois de anos fazendo capas de fitas K7 , chegou o tão aguardado momento de fazer este trabalho capa, encarte geral...
Artista; Gildecio Costaeira




 

Encarte do disco: A volta que o mundo deu" da banda LACERTAE de Lagarto-SE, uma das mais respeitadas musicalmente ,🌍🌎🌏







Tela : Os Ligamentos dos Animais
Artista: Gildecio Costaeira
Esta pintura faz parte do encarte do CD da banda SNOOZE de Aracaju-SE, uma das melhores banda da cena Indie brasileira, tive a honra de participar deste trabalho ;!!vlw amigos @fabiosnoozer e @rafael_snooze





 






quarta-feira, 10 de maio de 2017

Grupo Folclórico Parafusos

Grupo Folclórico Parafusos é um grupo culturalbrasileiro, da cidade de Lagarto (Sergipe).
Consiste num grupo de homens que brincam enfileirados e vestidos de anáguas brancas que, ao girar, assemelham-se ao parafuso.
Os homens ocupam as posições de porta-estandarte, caboclinhos, terno de zabumba e brincantes (parafusos). Não há número fixo de integrantes, entretanto variam em torno de vinte.
Segundo o historiador Adalberto Fonseca, o primeiro grupo foi criado pelo padre Saraiva Salomão.
Origens
Segundo a tradição, os negros roubavam as anáguas das sinhazinhas nas fazendas e depois saíam dançando e cantando. Após a Lei Áurea, eles passaram a comemorar dançando pelas ruas da cidade, inclusive pintando os rostos com pó branco para parodiar os brancos.
O grupo é reconhecido nacionalmente por sua autenticidade, tendo participado por diversas vezes do festival de folclore da cidade de Olímpia (São Paulo).
Referências

FONSECA, Adalberto. História de Lagarto. Governo de Sergipe: 2000.

foto : Anos 60


Foto : ano 2000 - Lagarto-SE  ] Quanto participou do programa Balaio Brasil , da TV SESC São Paulo , junto com a banda Lacertae e o Artista Plastico Gildecio Costaeira .
 



Leonardo Concon697 × 52º Festival Folclorico de Olímpia-SP
Grupo Parafusos, de Lagarto (SE), um dos folclóricos mais presentes no Fefol




 iFolha520 × 340Pesquisa por imagem
As apresentações do palco oficial do 50º Festival do Folclore (Fefol), que está sendo realizado no Recinto de Exposições e Praça das Atividades Folclóricas ...



 Grupo Folclórico Parafusos de Lagarto (SE) - Foto de Jessica Aquino | Agência Facto

domingo, 7 de maio de 2017

Mostra de artes visuais dos artistas do Povoado Campo do Crioulo - SE

     Aqui apresento uma serie de artista que fazem parte de uma geração de artista independentes sergipanos, que vivem em suas diversas profissões mas tem, como vida ancestral a pintura ou artes visuais como queiram chama!!
     estes artista fazem parte do ciclo criado para poder resgatar as tradições da arte campesina do povo humilde e reservados do interior de Sergipe, aqui temos vários artistas como : 


 Artista: Walfran Batista

 Obra: Os Cactos 


 Artista: Walfran Batista
Obra: Os reptilianos sobre homens




Artista: Rosilene Costa

Obra: As Flores do Campo



Artista: Danilo Alves

Obra: Os dois habitat



Artista: Daniel Chitara

Obra: Os fungos



Artista: Uelinton Pato 

Obra: A cara da Africa




Artista: Katia Amâncio 

Obra: O pássaro 



Artista: Katia Amâncio 

Obra: vida de Campo






Todos os artista São do Povoado Campo do Crioulo - Lagarto - SE, 
estas obras fazem parte do acervo da Casa de Cultura Zabumbambus





quarta-feira, 3 de maio de 2017

Tacer Berindrums : Tour pelo Uruguai, Argentina e Rio Grande do Sul - Brasil

🎸: Tour Tacer Berindrums pelo Uruguai, Argentina e Rio Grande do Sul , nestas imagens ele está tocando no festival na Argentina, com os Tambores Uruguaios ...
🎸: Representante autêntico da música Sergipana, músico baterista da banda Lacertae desde 1990

Internacional Jazz Day agita o domingo em Pelotas

30 Apr 2017
 A Princesa do Sul abriu suas portas para receber atrações que prometem regar o dia 30 de abril com jazz da melhor qualidade, valorizando o intercâmbio cultural e o apreço por esse estilo que move a alma e toca o coração de pessoas em todo mundo.  O evento ocorreu hoje em Pelotas e simultaneamente em 30 países.  O dia lindo de domingo contribuiu para o sucesso da festa. Milhares de pessoas compareceram ao largo do Mercado Público

O Diabluras foi outro espaço que abrigou as atividades do evento  nesses três dias. Além é claro o de hoje com várias bandas como Candombe Elétrico com Tacer Berindrums, César Lascano e banda, Serginho da Vassoura e a banda Iluminismo Sonoro e muitas outras.

Um pouco do que rolou por lá hoje:

http://www.quindimculturalpel.com/single-post/2017/04/30/Internacional-Jazz-Day-agita-o-domingo-em-Pelotashttp://www.quindimculturalpel.com/single-post/2017/04/30/Internacional-Jazz-Day-agita-o-domingo-em-Pelotas



Internacional Jazz Day


dia 30 de Maio 2017










aqui no shows entre 
URUGUAI/ARGENTINA




A jornada musical continua o Tacer fica no Uruguai até julho para a gravação do seu terceiro disco solo Condombe Eletrico, residente em Montevidéu(URU) a capital do Uruguai desde março em sua estadia la fazendo contatos entre músicos e agentes culturais, trabalhando em oficinas se matem-se como instrutor de musica percussiva, tem vários show marcados entre Uruguai e argentina.




Corredor cultural
Tacer Berindrum
Outrosultaques em Montevideu 
Lagarto- se 
Pelotas. rs\montivideu-uy




Festival internacional de música Olimar -Uruguai 
ao lado do produtor beto do selo Outro Sul
Berindrums Outrosultaques






Aldo Soarez grande músico e produtor musical De Montevideu 
Parceria da pesada 
Criatividade e atitude na gravação do Candombeletrico
UY-BR Estúdio Usinas cultural




Candombeletrico
Gravação inicial
Estúdio Usina Cultural Montevideu
Berindrums e
Guillermo Ceballos

Montevideu 







Montevidéu - URUGUAI







domingo, 19 de março de 2017

Zabumba de Terreno


Texto da Folha de São Paulo:
Link,. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1411200027.htm

Banda de Zabumba de Lagarto, município a cerca de 100 km de Aracaju (SE).
Trata-se de um legado artístico de Zé Terreno, um zabumbeiro que começou a tocar na cidade há cerca de 160 anos e marcou gerações futuras. Seus bisnetos, o pipoqueiro José Carlos e o cortador de carne Enoque, encabeçam o conjunto que segue participando de reisados e novenas.
"Os tocadores de zabumba são todos senhores de idade e exercem muita influência na cultura local.



Facebook:  



Zé Carlos O Mestre da Zabumba de Tereno, formada pelos caboclos dos índios na região da horta onde hoje é a cidade de Lagarto-SE a mais de 140 anos...
É uma honra trabalhar ao lado deste grande defensor da cultura e do folclore popular Brasileiro.
Contatos:
Zabumba de Terreno: 079 996279662








www.youtu.be/u9lq4E8_m9A


 

quarta-feira, 1 de março de 2017

Lampião - Robin Hood do Sertão


Herói ou Bandido
Lampião, nome de batismo, Virgulino Ferreira da Silva, foi o cangaceiro líder do bando mais temido e sanguinário do sertão brasileiro, que chegou a ser chamado 'O Robin Hood da Caatinga', que roubava aos ricos para dar aos pobres. Mulato de aproximadamente 1,70, cego de um olho e muito vaidoso, ostentava em seus dedos anéis e no pescoço um lenço.
O fenômeno do cangaço ocorreu no polígono das secas, região do semi-árido nordestino conhecida como caatinga. Cangaceiro era o nome dado aos foras-da-lei que viveram de forma organizada na região do nordeste brasileiro, no período de 1920 a 1940, levando morte, medo à população do sertão.
Era muito comum no sertão brasileiro, as rivalidades por causa de terras, e numa dessas rixas entre famílias do sertão, os pais de Lampião foram assassinados. Revoltados, Lampião e seu irmão juraram se vingar da morte de seus pais e por isso entram para o cangaço.
Em 1922, Lampião assume a liderança do bando de cangaceiros chefiado, até então, pelo cangaceiro Sinhó Pereira.
O bando de Lampião era composto por cinquenta pessoas entre homens e mulheres. Patrocinado por coronéis e grandes fazendeiros que forneciam abrigo e apoio material, o bando chefiado por Lampião tinha o hábito de invadir cidades e vilarejos em busca de comida, dinheiro e apoio, e quando bem recebidos, a população desfrutava de baíles animados com muita música, dança (xaxado) e distribuição de esmolas. Mas quando o bando não conseguia apoio na cidade, Lampião e seu bando eram impiedosos, arrancavam olhos, cortavam línguas e orelhas, castravam homens e estuprava mulheres e a marcavam com ferro quente. Mesmo sendo autor de tanta atrocidades, Lampião se dizia um homem religioso e carregava uma imagem de Nossa Senhora da Conceição e um Rosário.
Em 1926 foi chamado pelo Padre Cícero para uma conversa onde foi repreendido por seus crimes e recebeu a proposta de combater a Coluna Prestes, grupo revolucionário que se encontrava no nordeste. Em troca Lampião receberia anistia e a patente de capitão dos batalhões patrióticos. Animado com a proposta, Lampião e seu bando partiram à caça dos revolucionários, mas quando Lampião chega a Pernambuco a polícia cerca seu bando e ele descobre que a anistia e a patente prometida não existia. Mas uma vez Lampião e seu bando voltam ao banditismo.
No final de 1930, lampião conhece sua grande paixão, Maria Bonita, mulher de um sapateiro que se apaixonou por Lampião e com ele fugiu.
Figura lendária ao lado de Lampião, Maria Bonita, a primeira mulher a participar de um bando de cangaceiros, ficou conhecida como a 'Rainha do Cangaço'. Maria Bonita, além de cuidar dos afazeres domésticos, também participava das atividades de combate, mas muitas vezes impediu alguns atos de crueldade de Lampião.
A história de Lampião e Maria Bonita durou aproximadamente 8 anos, quando no dia 28 de julho de 1938, o bando de Lampião foi cercado e morto em Angicos, Sergipe, os integrantes do bando foram degolados e as cabeças expostas como troféus na escadaria onde hoje funciona a Prefeitura de Piranhas (AL).
As cabeças decepadas são: (de baixo para cima e da direita para esquerda)
1. Lampião 2.Quinta Feira 3. Maria Bonita 4. Luiz Pedro 5. Mergulhão 6. Manoel Miguel (Elétrico) 7. Caixa de Fósforo 8. Enedina 9. Cajarana 10. Moeda 11. Mangueira.
Muitos historiadores acreditam que o bando tenha sido envenenado antes da degola, uma traição que pôs fim aos crimes cometidos pelo bando de Lampião que sempre contou com o aval de coronéis, a incompetência das autoridades do sertão brasileiro e o descaso do governo federal.





 



Esse ano a morte de Lampião completa 70 anos e as lendas e mito sobre o cangaceiro e sua saga no sertão nordestino permanecem viva no imaginário popular. Sua herança está no cinema, na dança (xaxado), na cultura popular, na pintura, no artesanato, na literatura, principalmente na literatura de cordel.

 
 



Segundo o Historiador, João souza Lima, existem seis mitos e lendas a respeito das atrocidades cometidas por Lampião, que ainda persistem. São elas:
Testículo na gaveta 
Segundo o historiador, um certo dia, um sujeito estava cometendo crime de incesto e foi flagado por Lampião, que ordenou ao criminoso colocar os testículos na gaveta e fechar com chave. Lampião deixou um punhal sobre o criado-mudo e disse: "Volto em dez minutos, se você ainda estiver aqui eu te mato".
Crianças no punhal
Conta essa lenda, que a população, com medo da fama de violento de Lampião, acreditava em todas as histórias sobre o cangaço. uma delas foi criada com o objetivo de afungentar os sertanejos que ajudavam a esconder cangaceiros. Os policiais da época espalhavam pela cidade que Lampião jogava as crianças para o alto e as parava com um punhal.
Lampião macaco
Segundo essa lenda, Lampião só conseguia se esconder na mata durante as perseguições das volantes (polícia da época), porque subia nas árvores e fugia pelos galhos das copas. O historiador conta que isso foi publicado em um livro sobre cangaço como se fosse verdade, e muita gente ainda acredita nessa história. "Quem conhece a caatinga sabe que na região onde Lampião passou e lutou não havia árvores com copas."
Você fuma?
Outra lenda diz que Lampião teria sentido vontade de fumar e sentido o cheiro da fumaça do cigarro. Ele caminha um pouco e encontra um sujeito fumando. O cangaceiro vai até o homem e pergunta se ele fuma. O indivíduo vira para olhar quem conversava com ele e, asustado por ver que era Lampião, responde com medo: "Fumo, mas se quiser eu paro agora mesmo!".
História do sal
É muito comum ouvir no nordeste até hoje, que Lampião chegou à casa de uma senhora e pediu que ela fizesse comida para ele e para os cangaceiros. Ela cozinhou e, com medo de Lampião, acabou por esquecer de colocar o sal na comida. Um dos cangaceiros reclamou que a comida estava sem gosto. Lampião, teria pedido um pacote de sal para a mulher, e despejou na comida servida ao cangaceiro reclamante e o forçou a comer toda comida do prato. O cangaceiro teria morrido antes de terminar de comer.
Lampião Zagueiro
Segundo o historiador, na década de 1960, uma empresa pesquisadora de petróleo no Raso da Catarina, em Paulo Afonso (BA), abriu uma pista de pouso para trazer os funcionários de outras regiões que iriam executar trabalhos de pesquisa. Sem ter encontrado petróleo, apenas algumas reservas de gás, a empresa deu por fim as pesquisas. Na década de 1970, um estudioso do cangaço teria encontrado o campo de pesquisa parcialmente encoberto pelo mato e escreveu, em livro, que aquele seria um campo de futebol construído por Lampião. "O pesquisador ainda teria reportado, de maneira totalmente infundada, que o rei do cangaço teria atuado no time como zagueiro".
Fotos - Google Imagem